Mais um encontro do Peteca Filosófica Social Clube!
Mais uma possibilidade de caminho.
Tantas possibilidades de caminho que em suas convergências e divergências apontam não a identidade, mas a co-pertinência entre o caminho e o caminhar.
Talvez o encontro de ontem nos permita dizer que somos o único animal que caminha, ainda que todos os animais se desloquem.
E aí, uma coisa tão corriqueira como ...o caminhar é tomada pelo mistério do nosso ser humano, pelo mistério de tudo que somos e não somos.
O por-se a caminho é, desde sempre, um destinar. Talvez destino que guarde dentro de si os temas que já visitaram encontros anteriores: as amarras na caverna, a aventura do herói, etc.
Algumas das frases do filme e as discussões que provocaram permanecem dentro de nós, e seguem nos convidando...
Roberto Crema cita um provérbio dos navegantes: "nenhum vento é favorável para aquele que não sabe onde quer chegar."
Lembramo-nos então de Fernando Pessoa: " Navegar é preciso, viver não é preciso."
Cantamos junto com Paulinho da Viola:" Não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar."
Tantas metáforas sobre vida, navegação, sobre a precisão e a errância. Escolhas e destinações.
Campbell mais uma vez nos ilumina um caminho; ao nos falar sobre a aventura, ele nos diz: " O herói é o homem da submissão autoconquistada."
Esse herói do Campbell nos remete de volta ao nosso filme, e ao pianista Benjamim Taubkin e suas palavras sobre estar condenado a felicidade.
Que 2014 traga muitas caminhadas! (por Marco Zago)
Mais uma possibilidade de caminho.
Tantas possibilidades de caminho que em suas convergências e divergências apontam não a identidade, mas a co-pertinência entre o caminho e o caminhar.
Talvez o encontro de ontem nos permita dizer que somos o único animal que caminha, ainda que todos os animais se desloquem.
E aí, uma coisa tão corriqueira como ...o caminhar é tomada pelo mistério do nosso ser humano, pelo mistério de tudo que somos e não somos.
O por-se a caminho é, desde sempre, um destinar. Talvez destino que guarde dentro de si os temas que já visitaram encontros anteriores: as amarras na caverna, a aventura do herói, etc.
Algumas das frases do filme e as discussões que provocaram permanecem dentro de nós, e seguem nos convidando...
Roberto Crema cita um provérbio dos navegantes: "nenhum vento é favorável para aquele que não sabe onde quer chegar."
Lembramo-nos então de Fernando Pessoa: " Navegar é preciso, viver não é preciso."
Cantamos junto com Paulinho da Viola:" Não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar."
Tantas metáforas sobre vida, navegação, sobre a precisão e a errância. Escolhas e destinações.
Campbell mais uma vez nos ilumina um caminho; ao nos falar sobre a aventura, ele nos diz: " O herói é o homem da submissão autoconquistada."
Esse herói do Campbell nos remete de volta ao nosso filme, e ao pianista Benjamim Taubkin e suas palavras sobre estar condenado a felicidade.
Que 2014 traga muitas caminhadas! (por Marco Zago)

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