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PROGRAMAÇÃO AGOSTO, SETEMBRO E OUTUBRO/2014
 

Conversas com...




Conversas com Rubem Alves e Rainer Maria Rilke:

Reflexões a partir da leitura de textos de Rainer Maria Rilke, poeta alemão (1875-1926), e Rubem Alves, teólogo, psicanalista, professor e cronista (1933-2014). (*)


Rilke e Rubem colocaram em palavras muitas das questões humanas relacionadas à vida e morte: afetos, vocação, solidão, mistério, saberes e sabores. Em seus textos há um convite generoso que aproxima os mundos interno e externo. De modo profundo e leve, eles lançam e compartilham um olhar preciso sobre a condição humana. Prosa que parece canção, palavra que celebra encontros e inspira reflexões.

às terças, das 20h às 21h30, no Espaço da Lopes - Icaraí - Niterói

início: 05 de agosto

(*) Conversas com Rubem Alves é uma atividade desenhada há algum tempo, a partir de nossa grande afinidade e intimidade com a obra do autor, e agora transforma-se também em uma homenagem. Ele segue vivo em seus textos, segue vivo no coração de seus leitores e amigos. Foi escrever nas nuvens - para deleite absoluto dos anjos.


"Precisamos aceitar a nossa existência em todo o seu alcance; tudo, mesmo o inaudito, tem de sesr possível nela. No fundo é esta a única coragem que se exige de nós: sermos corajosos diante do que é mais estranho, mais maravilhoso e mais inexplicável entre tudo com que nos deparamos." - Rainer Maria Rilke

"A beleza me produz uma tristeza mansa. Não julgo que ela deva ser curada. Se eu a curasse, se eu ficasse alegrinho, eu deixaria de ser o que sou. Minha tirsteza é tanto parte de mim quanto a cor de meus olhos, as batidas de meu coração, as minhas mãos. Sem a minha tristeza eu ficaria aleijado - acho que até pararia de escrever. Porque a minha escritura é um contraponto musical à minha tristeza". Rubem Alves





Amor em Curso - caminhos e descaminhos do afeto - Novas turmas!





"Seguir o curso do Amor é ser por ele orientado. O Amor não segue linhas retas, estradas definidas ou rotas previsíveis. O Amor é o eterno desconhecido." - Marco Zago


As artes sinalizam. Grandes mestres já nos indicaram inúmeros caminhos. Muitos pensadores lançaram-se nesse terreno. Para o bem e para o mal, os afetos nos mobilizam. Ainda que o Amor - seja lá o que for - pareça conferir sentido à vida, percebemos uma crescente dificuldade em vivê-lo, conhecê-lo - ou reconhecê-lo. Parece ser mais fácil dele falar do que nele habitar. Submersos em um culto à efetividade, novos desafios se mostram.

Mais do que aprender sobre o Amor, podemos aprender a amar? Talvez essa seja a aventura de cada um de nós. Demanda tempo, cuidado. Demanda o nosso próprio viver.

Em meio a tais desafios, o Peteca Filosófica Social Clube lança "Amor em Curso - caminhos e descaminhos do afeto". Um estudo sobre o Amor que se destina muito mais a resgatar uma familiaridade do que meramente listar definições sobre o Amor ou métodos para equacionar nossas relações.



Local: Espaço da Lopes - Icaraí - Niterói




Peteca Movies a partir de Agosto!













PROGRAMAÇÃO MAIO, JUNHO E JULHO/2014


Amor em Curso - caminhos e descaminhos do afeto


"Seguir o curso do Amor é ser por ele orientado. O Amor não segue linhas retas, estradas definidas ou rotas previsíveis. O Amor é o eterno desconhecido." - Marco Zago

                                                 Afetividade em tempos de efetividade

 
As artes sinalizam. Grandes mestres já nos indicaram inúmeros caminhos. Muitos pensadores lançaram-se nesse terreno. Para o bem e para o mal, os afetos nos mobilizam. Ainda que o Amor - seja lá o que for - pareça conferir sentido à vida, percebemos uma crescente dificuldade em vivê-lo, conhecê-lo - ou reconhecê-lo. Parece ser mais fácil dele falar do que nele habitar. Submersos em um culto à efetividade, novos desafios se mostram.

Mais do que aprender sobre o Amor, podemos aprender a amar? Talvez essa seja a aventura de cada um de nós. Demanda tempo, cuidado. Demanda o nosso próprio viver.

Em meio a tais desafios, o Peteca Filosófica Social Clube lança "Amor em Curso - caminhos e descaminhos do afeto". Um estudo sobre o Amor que se destina muito mais a resgatar uma familiaridade do que meramente listar definições sobre o Amor ou métodos para equacionar nossas relações.


Módulo 1 :  turma 1 - sábados, das 10h às 12h

17 de maio - Desafio
31 de maio - O Amor
14 de junho - Caminhos e descaminhos
28 de junho - Os amores 12 de julho - O tempo
26 de julho - Abertura

Local: Espaço da Lopes - Icaraí - Niterói

Valor: R$200,00/mês




PROGRAMAÇÃO JANEIRO E FEVEREIRO/2014


Ciclo Verão 2014-  Laço e Nó: desafios das relações humanas


dias 25/01, 08 e 22/02, sábados, às 18h, Peteca Movies - exibição de filme


dias 28/01, 11/01 e 25/02, terças, às 19h30, Peteca - prosa
 




PROGRAMAÇÃO SETEMBRO, OUTUBRO, NOVEMBRO/2013

Ciclo primavera 2013


28/09

Por que os patos não tocam Rock and Roll - a essência do humano

 Nesse encontro vamos buscar uma apreensão não abstrata ou conceitual daquilo que constitui nossa humanidade, a vida humana e o mundo humano.

Afinal, o que nos torna humanos?


 


 
19/10

O Poder do Mito: Entrevista com Joseph Campbell



No uso cotidiano, o termo "mito" muitas vezes refere-se a algo falso, mentiroso. Entretanto, se ouvirmos nossa tradição mitológica de forma apropriada, talvez encontremos não apenas estórias fantásticas, mas algo extremamente verdadeiro. Certamente não será a Verdade descrita pela Ciência Moderna, mas uma outra forma de verdade, talvez com outra amplitude e nuances. Para apresentar esse fascinante tema do Mito, ninguém melhor do que Joseph Campbell.



23/11

O mito da caverna de Platão

O mito da caverna é um dos textos mais conhecidos de toda a filosofia. Certamente exerceu uma gigantesca influência na formação da cultura ocidental. Segundo o filósofo Alfred Whitehead, a história da Filosofia "não passa de uma sucessão de notas de rodapé da obra de Platão". Ainda que possa haver uma boa dose de exagero na frase de Whitehead, é inegável a importância do discípulo de Sócrates para a forma como nós, ainda hoje, compreendemos o mundo. Contudo, não iremos apresentar o mito para contar a história da filosofia, mas antes, para abordar um tema pouco ou nada grego: a compaixão.

 



 

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