No último post a Caroline Tavares citou Campbell. Vou aqui recolocar a citação.
Campbell diz: " Dizem que o que todos procuramos é um sentido para a vida. Não penso que seja assim. Penso que o que estamos procurando é uma experiência de es...tar vivos, de modo que nossas experiências de vida, no plano puramente físico, tenham ressonância no interior do nosso ser e da nossa realidade mais íntimos, de modo que realmente sintamos o enlevo de estar vivos".
O trecho convida a uma reflexão sobre o que compreendemos por " um sentido para a vida" e a "experiência de estar vivos".
No encontro de outubro vimos Campbell apontar para algumas pistas que talvez esclareçam melhor esta distinção que ele busca. Foi justamente um trecho que chamou a atenção de alguns amigos petecantes, quando ele coloca que nossa "mente" é "apenas" um órgão secundário, que serve ao nosso corpo.
Claro que apenas um maior contato com o pensamento do próprio Campbell pode realmente esclarecer a real medida de suas palavras. Minha leitura é que com essa ditinção Campbell não busca estabelecer uma hierarquia entre essa ( já bastante problemática) distinção corpo/mente. Acho sim que a submissão da mente se dá em relação a vitalidade, a vida que vive em nós, ou a vida que vive através de nós.
Recentemente um filósofo deu uma entrevista no programa do Jô que pode contribuir muito para essa reflexão.
Aqui segue o link. A entrevista é um pouco longa, por volta de 30 minutos, mas a vale a pena ser assistida com atenção.
Campbell diz: " Dizem que o que todos procuramos é um sentido para a vida. Não penso que seja assim. Penso que o que estamos procurando é uma experiência de es...tar vivos, de modo que nossas experiências de vida, no plano puramente físico, tenham ressonância no interior do nosso ser e da nossa realidade mais íntimos, de modo que realmente sintamos o enlevo de estar vivos".
O trecho convida a uma reflexão sobre o que compreendemos por " um sentido para a vida" e a "experiência de estar vivos".
No encontro de outubro vimos Campbell apontar para algumas pistas que talvez esclareçam melhor esta distinção que ele busca. Foi justamente um trecho que chamou a atenção de alguns amigos petecantes, quando ele coloca que nossa "mente" é "apenas" um órgão secundário, que serve ao nosso corpo.
Claro que apenas um maior contato com o pensamento do próprio Campbell pode realmente esclarecer a real medida de suas palavras. Minha leitura é que com essa ditinção Campbell não busca estabelecer uma hierarquia entre essa ( já bastante problemática) distinção corpo/mente. Acho sim que a submissão da mente se dá em relação a vitalidade, a vida que vive em nós, ou a vida que vive através de nós.
Recentemente um filósofo deu uma entrevista no programa do Jô que pode contribuir muito para essa reflexão.
Aqui segue o link. A entrevista é um pouco longa, por volta de 30 minutos, mas a vale a pena ser assistida com atenção.

