segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Sobre o encontro de setembro

Nosso encontro do dia  28 de setembro será uma tentativa de buscar um "olhar", uma forma de apreensão mais intuitiva daquilo que nos torna propriamente humanos, sem utilizar muitos conceitos ou definições.

Contudo uma questão surge: será isso de algum interesse, alguma utilidade? Não seria isso uma perda de tempo? Afinal, o que pode haver de mais simples? O que é o humano? Todos nós já o sabemos, nós somos humanos. O humano, a vida humana, o mundo humano é isso que " está ai", todos os dias, bem diante de nós. Isso parece simples e óbvio.

 
Será que o simples e óbvio são  "faceis" de se ver? Pode ser que ocorra justamente o contrário; talvez aquilo que nos é mais simples, aquilo que está mais perto de nós seja justamente o que mais facilmente nos escapa.

Existem muitas formas de dizer o humano. Atualmente vem ganhando prestígio pensar o humano como uma sofisticada "máquina" capaz de processar informações, ou seja, o humano como alguma coisa cibernética.

Existem  ainda as formas mais tradicionais, que nos dizem que o homem é o animal que fala, ou ainda, o homem é o animal racional.

Se de forma simples pensarmos em nossa própria vida e nossos relacionamentos, podemos desconfiar que, apesar de não estarem erradas, essas definições parecem insuficientes. Algo lhes falta.

E é justamente uma aproximação deste "algo que falta" que buscaremos em nosso encontro. Quem sabe a partir de um cuidado maior com nosso olhar, encontremos chaves para lidar melhor com o humano em nós e nos outros.

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